Tabela CID
Capítulos
22 capítulos · 14.736 códigos.
Algumas doenças infecciosas e parasitárias
Neoplasias [tumores]
Doenças do sangue e dos órgãos hematopoéticos e alguns transtornos imunitários
Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas
Transtornos mentais e comportamentais
Doenças do sistema nervoso
Doenças do olho e anexos
Doenças do ouvido e da apófise mastóide
Doenças do aparelho circulatório
Doenças do aparelho respiratório
Doenças do aparelho digestivo
Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo
Doenças do aparelho geniturinário
Gravidez, parto e puerpério
Algumas afecções originadas no período perinatal
Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas
Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte
Lesões, envenenamento e algumas outras conseqüências de causas externas
Causas externas de morbidade e de mortalidade
Fatores que influenciam o estado de saúde e o contato com os serviços de saúde
Códigos para propósitos especiais
Órgãos, especialidades e profissões
Listas e tabelas oficiais
Os códigos da Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho e do Anexo II do Decreto 3.048/1999.
496 códigos
Os agentes e fatores de risco nomeados pela LDRT e pelo Anexo II do Decreto 3.048/1999, com os códigos que cada norma associa a eles.
1.089 agentes
O catálogo de protocolos publicados pelo Ministério da Saúde.
132 protocolos
Os agravos que a tabela do SUS marca como de notificação compulsória.
772 códigos
CIDs mais buscados
Volume de busca mensal no Brasil, medido pelo Ubersuggest em maio de 2026.
A tabela CID-10 no Brasil
A tabela CID-10 reúne os códigos da Classificação Internacional de Doenças, décima revisão, mantida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotada no Brasil pelo DataSUS em parceria com o Centro Brasileiro de Classificação de Doenças (CBCD). O sistema padroniza, em formato alfanumérico, doenças, lesões, causas externas e fatores que influenciam o estado de saúde, para uso em atestados, laudos, prontuários e registros administrativos.
A hierarquia da CID-10
A tabela CID-10 oficial brasileira tem 22 capítulos, agrupando 14.736 códigos diagnósticos em quatro níveis de hierarquia: capítulo, grupo, categoria e subcategoria. Cada capítulo concentra códigos com temática clínica próxima, do Capítulo I (A00–B99, doenças infecciosas e parasitárias) ao Capítulo XXII (códigos especiais U04–U99). Fonte: CID-10 CBCD/DataSUS.
Status oficial da CID-10 no Brasil
A CID-10 é a classificação em uso oficial no Brasil. É ela que codifica as causas de morte no Sistema de Informações sobre Mortalidade, é ela que a Tabela Unificada do SUS usa no faturamento e é ela que o padrão TISS exige nas guias da saúde suplementar. A versão distribuída pelo Centro Brasileiro de Classificação de Doenças é a versão 2019/2020.
E a CID-11?
A CID-11 existe e está em vigor internacionalmente desde 1º de janeiro de 2022, por decisão da OMS na resolução WHA72.15, da 72ª Assembleia Mundial da Saúde, de 28 de maio de 2019. A tradução da CID-11 para o português foi concluída pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde e está publicada no site da OMS. A versão corrente da OMS é a 2026-01, e pode ser consultada em icd.who.int. Nada disso a torna a classificação em uso no Brasil: o código a informar em documento oficial brasileiro continua sendo o da CID-10.
A Nota Técnica nº 91/2024-CGIAE/DAENT/SVSA/MS prevê o início do uso da CID-11 nos sistemas de vigilância em saúde a partir de janeiro de 2027. A própria nota trata a data como previsão de cronograma e registra que a integração plena pode se estender até 2027 ou 2028.
Onde a CID-10 é aplicada
A tabela CID-10 é referência em atestados médicos, laudos periciais, prontuários eletrônicos, guias TISS de operadoras de saúde suplementar, perícias do INSS, declarações de óbito e estatísticas epidemiológicas do Ministério da Saúde. Profissionais habilitados utilizam o código CID para identificar a condição clínica de forma padronizada em registros oficiais. A presença do código é obrigatória em alguns documentos (guia TISS, perícia, atestado para afastamento INSS) e opcional em outros (atestado médico simples), conforme legislação aplicável e solicitação do próprio paciente.
Consulta por código ou por doença
A consulta à tabela CID-10 pode ser feita por código (F41.1, J11, I10, M54.5), por nome de doença (gripe, ansiedade, hipertensão). Cada código abre uma página com a descrição oficial DataSUS, a hierarquia completa (capítulo, grupo, categoria e subcategoria), códigos relacionados e texto pronto pra copiar em receita, atestado ou prontuário.
Responsável técnico: Leonardo Batistela Romeiro, Médico, CRM-SP 259.558.